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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Battle Royale I

Battle Royale
Dirigido por: Kinji Fukasaku
Conhecido como: Batoru rowaiaru
Género: Acção
Duração: 121 Min.
Musica adicional: Dragon Ash - Shizuka na Hibi no Kaidan Wo


Cast:

Tatsuya Fujiwara ... Shuya Nanahara
Aki Maeda ... Noriko Nakagawa
Taro Yamamoto ... Shougo Kawada
Chiaki Kuriyama ... Takako Chigusa
Sosuke Takaoka ... Hiroki Sugimura
Takashi Tsukamoto ... Shinji Mimura
Yukihiro Kotani ... Yoshitoki Kuninobu
Eri Ishikawa ... Yukie Utsumi
Sayaka Kamiya ... Satomi Noda
Aki Inoue ... Fumiyo Fujiyoshi
Takayo Mimura ... Kayoko Kotohiki
Yutaka Shimada ... Yutaka Seto
Ren Matsuzawa ... Keita Iijima
Hirohito Honda ... Kazushi Niida
Ryou Nitta ... Kyouichi Motobuchi
Takeshi Kitano ... Kitano-sensei


Sinopse:

Numa realidade hipotética, as novas gerações promovem um estado de anarquia, e o governo ultranascionalista resolve controlar a situação promovendo o temível Ato Battle Royale. Todos os anos, uma classe escolar é escolhida para passar três dias numa ilha deserta, e a cada aluno é dada uma mochila com equipamentos pessoais, de sobrevivência e uma arma, que pode variar de um cabide à uma escopeta. A única regra: apenas um pode sobreviver ao final dos 3 dias.

Nota Pessoal:

Neste filme o Japão estava em recessão económica, com elevada taxa de desemprego. Isto leva ao conflito de gerações que leva os jovens a revoltarem-se contra o poder instituído pelos "adultos".

Para tentar controlar a situação, o governo decide aprovar uma lei que passará a ser conhecida como a "Lei BR". O programa "Battle Royale" consiste em sortear uma turma de um qualquer liceu do país, transportá-la para uma ilha deserta e forçar os alunos a um jogo radical:

O prazer infantil da vitória. 
– Só pode haver um vencedor;
– O vencedor terá de ser o único sobrevivente;
– Se em três dias existir mais de um participante vivo, todos perdem (o jogo e a vida).


Assim, cada um dos 42 alunos e alunas recebe um saco de conteúdo aleatório (para equilibrar as vantagens naturais) que pode consistir numa arma letal ou numa grande inutilidade, como uma tampa de panela ou um corta-unhas. Em seguida são entregues à sua sorte e que comece a matança.

«Battle Royale» levantou grande polémica no Japão, não pela violência gráfica, mas pela temática, social e política que apresenta, por detrás do jogo mortal.

O facto da história não ter optado pela aproximação de um formato reality show, com cobertura televisiva, mas antes de apresentar o grupo de jovens forçados a dizimarem-se por virtude de uma solução política, para fazer face à contestação perante a situação socio-económica, em muito poderá justificar o burburinho que se gerou, que passou inclusive pela vontade em tentar censurar ou proibir a exibição do filme.

A polémica, como quase sempre sucede, serviu apenas para promover e aumentar as receitas de bilheteira de uma obra que, alguns meses depois, foi relançada com uma nova montagem e mais cenas.

«Battle Royale» consegue apresentar uma galeria diversificada de personagens, com reacções e estratégias de combate ou resistência (ou de desistência) variadas, um pouco como um jogo de computador shoot-'em-up mais complexo, de onde se destacam, desde logo, opositores mais sanguinários, entre os quais se inclui Mitsuko (Shibasaki), uma jovem que se encontra naqueles dias do mês, preocupada com a maquilhagem e particularmente satisfeita em mutilar rapazes. A caracterização de algumas personagens é cuidada, geralmente realista, sem que caminhe muito para o caricatural.

Num extremo, temos alguns verdadeiros psicóticos, no outro, temos o casal puro e inocente – Shuya (Fujiwara) e Noriko (Maeda) –; aqueles que, acima de quaisquer outros, nos levam a dizer que não merecem “mesmo” estar metidos naquilo. No meio, uma série de jovens normais, que tentam lidar o melhor que podem com uma situação extrema.

«Battle Royale» é um bem sucedido pacote duplo: é divertido, sentimental e com uma grande componente de entretenimento, mas também oferece algo sobre que reflectir, no contexto das sociedades “modernas”, do Século XXI.

Para finalizar a musica de encerramento é muito bonita desfrutem

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

100 Days With Mr. Arrogant

100 Days With Mr. Arrogant
Dirigido por: Shin Dong-yeop
Conhecido como: Naesarang ssagaji
Género: Comédia Romântica
Duração: 95 Min.
Musica adicional: Jinju - nan gwaen chan ah (I Will Survive)

Cast:

Kim Jaewon ... Ahn Hyung-jun
Ha Ji-won ... Kang Ha-yeong
Kim Tae-hyeon ... Yeong-eun
Han Min ... Hyeon-ju
Kim Chang-wan ... Ha-yeong's Father
Hong Ji-Yeong
Kim Ji-yu
Kim Min-kyeong
Lee Eung-kyung ... Ha-yeong's Mother


Sinopse:

Kang Ha-yeong é uma garota que um dia antes de cumprir o aniversário de 100 dias com seu namorado ele a deixa. Amargada com a vida, de caminho à casa ela desconta sua raiva em uma latinha de refrigerante, chutando ela sem rumo, mas ela acaba acertando a cabeça de Lee Hyeong-jun, um jovem rico, e este bate o carro.

Sem dinheiro para poder pagar o concerto do carro Ha-yeong não sabe o que fazer, já que Hyeong-jun ameaça contar aos seus pais o ocorrido, mas como ele é um "cavalheiro", decide fazer um pacto com ela através de um Contrato de Escravidão, que diz que ela terá que passar 100 dias com ele sendo sua escrava para pagar a dívida... e assim Ha-yeong começa sua vida na "Cinderela", com um "Senhor" nada adorável.

Nota Pessoal:

Este hilariante filme coreano é bom comprimento de bom humor, para aqueles dias em chatos, pois tem cenas de rir e chorar por mais. A portágonista é muito engraçada por causa das caras e bocas que faz e cena que me fez rir mais foi quando ela teve de imitar a sailor moon.

É um filme em que toda a gente, sem compromisso.

Para finalizar penso que os personagens a história em si são bem simples e esse tipo de história se vê aos montes nos filmes. Mas como se desenrola é diferente, apesar do final ser um pouco fraquito (na minha opinião ).

Recomendo á aquele que queiram rir até doer a barriga :)

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